23 de janeiro de 2008

Alzira não mora mais aqui

A tua sorte é que meu amor próprio é feito água barrenta. Em poucas palavras: é um córrego cheio de merda. Tua sorte é minha burrice. Sorriso de Monalisa, comida fria, flores murchas, mesa arrumada com toalha velha. Um dia você vai chegar e descobrir que empacotei todos os meus problemas e coloquei no porta-malas do velho cadillac, como dizia naquela música que a vitrola sempre tocava e que eu nunca entendia. Você vai chegar de camisa amarrotada, olhar de peixe morto, risada de filme B. E vai encontrar um bilhete desaforado. Janelas tapadas. Uma casa sob lençóis e poeira.

6 comentários:

Sandra Knoll disse...

Alzira magoada! Tudo de bom este texto...é só na porrada mesmo. Viu que dá certo né? Vide verso o endereço: Viacabo...hahahaha.

Enzo Potel disse...

my friend, não posso ligar para Alzira, o pessoal da KGB entrou em casa denovo e cortou a linha novamente porque não pagamos a propina que a Brasil telecom pediu! ahuahuahau
é de chorar!
bjonzon!!!

(ando meio de mal com orelhões, sorry for the silence!)

gregory haertel disse...

alzira, mulher dos sonhos...
desculpa a minha ausência... muito trabalho.
te vejo através das palavras escritas pelo dani, alzira, alzira, mulher dos sonhos.
beijos

mARINA mONTEIRO disse...

alzira...

PleTz disse...

Nossa....
nem vou escrever nada.
Já escrevi.
Ops.
Mas me sinto um pouco(?) assim.
Bjocas

Felipe disse...

Nao querido.
essas sao so para os tolos, como nos.
bjos e otima semana