30 de agosto de 2007

Roberta Sá no lado esquerdo do meu mediaplayer...


"Quatro da manhã
Dor no apogeu
A lua já se escondeu
Vestindo o céu de puro breu
E eu mal vejo a minha mão
A rabiscar, esboço de canção
Poesia vã
Pobre verso meu
Que brota quando feneceu
A mesma flor que concebeu
Perdido na alucinação
Do amor acreditando na ilusão
Canto pra esquecer a dor da vida
Sei que o destino do amor
É sempre a despedida
A tristeza é o grão
A saudade é o chão onde eu planto do ventre da solidão
É que nasce o meu pranto"

[ Lavoura, letra de Teresa Cristima e Pedro Amorim ]

Um comentário:

Vicente disse...

não é exatamente uma música para se ouvir às 6 e quarenta da manhã, né?